Gestão de Riscos (ISO 31000)
Aplicação da norma internacional ISO 31000 como arcabouço para estruturar a Governança de MRMR.
A declaração de Recursos e Reservas Minerais (MRMR) representa o lastro de valor de uma empresa de mineração. Embora os códigos internacionais (CRIRSCO), incluindo o Guia CBRR, exijam a exposição transparente das incertezas em seus relatórios, eles não prescrevem como gerenciá-las sistematicamente na rotina operacional das equipes.
Na GoGeostats, solucionamos essa lacuna: utilizamos a norma internacional ISO 31000 como o arcabouço para estruturar a governança de MRMR.
Nossa abordagem metodológica
Adaptamos o ciclo de gestão de riscos da ISO 31000 especificamente para os macro fluxos de MRMR, dividindo o processo em quatro etapas fundamentais:
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Contexto e Critérios
Utilizamos as exigências da Tabela 1 do Guia CBRR como escopo normativo para definir o apetite ao risco da companhia. Avaliamos desde a qualidade dos dados primários até a interpretação geológica, técnicas de estimativa e parâmetros de planejamento de mina.
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Identificação e Análise de Riscos
Mapeamos vulnerabilidades nos processos críticos, com foco rigoroso na validação de premissas, adequação de metodologias e robustez dos parâmetros técnicos.
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Avaliação Quantitativa e Qualitativa
Classificamos as incertezas geológicas e operacionais utilizando uma matriz estruturada de Probabilidade versus Impacto.
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Tratamento de Riscos
Formulamos estratégias práticas e acionáveis para mitigar, aceitar, evitar ou transferir cada risco identificado no projeto.
O valor entregue ao seu negócio
Nossa integração entre a gestão de riscos e os modelos de Recursos permite que o seu projeto transcenda a mera conformidade regulatória. O resultado prático dessa abordagem inclui:
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Trilhas de Auditoria (Audit Trails)
Geração de registros claros que justificam formalmente e tecnicamente todas as decisões tomadas ao longo do fluxo de trabalho.
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Previsibilidade
Mitigação estruturada de riscos associados aos fatores modificadores, garantindo resultados mais alinhados às expectativas de produção.
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Defesa Técnica e Confiança
Construção de confiabilidade do ativo para investidores, conselho diretivo, auditores e demais stakeholders.